quarta-feira, 29 de maio de 2019

Encontro em 05/06 para a devolutiva dos trabalhos

Caras e caros estudantes,

Conforme combinado, reservei a mesma sala 202 do Alfa 2, onde foi ministrado o curso, para nos reunirmos na próxima quarta-feira, dia 05/06, das 14 às 16 hrs, para a devolutiva dos trabalhos e avaliação do curso.
Conto com a presença de vocês.

Atenciosamente,
Prof. Flamarion

terça-feira, 14 de maio de 2019

Cancelamento do encontro previsto para 15/05

Caras e caros estudantes,

Nosso encontro previsto para amanhã para a devolutiva dos trabalhos será cancelado devido à paralisação nacional contra os cortes no orçamento da Educação.
Vou reservar uma sala para nos encontrarmos na primeira quarta do próximo quadrimestre, no dia 05/06, à tarde, para comentar os trabalhos e o curso.
Caso não possam comparecer, escrevam-me e marcamos um encontro.

Atenciosamente,
Prof. Flamarion

quarta-feira, 24 de abril de 2019

Suspensão da aula de hoje (24/04)

Caras e caros,

A aula de hoje terá de ser suspensa devido a questões de saúde na família.
Retomamos o curso no dia 08/05, dia da entrega dos trabalhos (que permanecerá o mesmo), e então farei a exposição inicialmente prevista para hoje sobre "Cinismo e Crítica da Ideologia".
Caso possam, marcarei uma aula suplementar para o dia 15/05, para comentar os trabalhos e avaliarmos o curso.

Atenciosamente,
Prof. Flamarion

domingo, 21 de abril de 2019

Vladimir Safatle / Cinismo e falência da crítica

Conferência de Vladimir Safatle sobre o cinismo no capitalismo contemporâneo -- tema de seu livro "Cinismo e falência da crítica" (Säo Paulo: Boitempo, 2008).


Cinismo e (crítica da) ideologia

Para a aula da próxima quarta-feira, dia 24/04, além dos capítulos já mencionados da Crítica da Razão Cínica de P. Sloterdijk, e do terceiro capítulo de Cinismo e Falência da Crítica de V. Safatle, utilizarei o texto de S. Zizek que segue abaixo:

domingo, 14 de abril de 2019

Cinismos em Sloterdijk

O livro Crítica da Razão cínica de Peter Sloterdijk é uma obra complexa que mobiliza diversas referências da história da filosofia ocidental e da história da Alemanha. Não faremos uma leitura completa e sistemática da obra. Abordaremos o livro em dois momentos. O primeiro na aula da próxima quarta-feira (dia 17/04) quando privilegiaremos as partes do texto que se remetem mais diretamente à tradição cínica antiga (Kynismus) e sua posteridade moderna e contemporânea. Num segundo momento (na aula do dia 24/04), abordaremos sobretudo o cinismo (Zynismus) contemporâneo e os impasses de uma crítica contemporânea da ideologia num regime de racionalidade cínica.
Na primeira dessas duas aulas abordaremos os capítulos 1, 2 e 5 da Primeira Parte e a seção I da Segunda Parte.
Na segunda aula, nos deteremos especialmente nos capítulos 3 e 4 da Primeira Parte e as seções II e III da Segunda Parte.
Paralelamente, vamos abordar também o livro de V. Safatle, Cinismo e Falência da Crítica, na primeira aula o segundo capítulo ("Was ist Zynismus?"), e na segunda o terceiro capítulo ("Sobre um riso que não reconcilia").


quinta-feira, 4 de abril de 2019

Aula sobre a ironia em Kierkegaard

Caras e caros,

A aula do dia 10/04 sobre a ironia em Kierkegaard será ministrada por Vínicius de Castro Soares.
A aula começará excepcionalmente às 16:00 hrs.


terça-feira, 26 de março de 2019

Cinismo e niilismo (Nietzsche e Cioran)

Para a aula sobre "cinismo e niilismo" a partir das obras de Nietzsche e Cioran, indico a leitura dos seguintes artigos:

A) Sobre Nietzsche



B) Sobre Cioran

RODRIGUES JUNIOR, Ruy de Carvalho. “De Kynismus a Zynismus: ou do latido pedagógico ao pessimismo cínico de Cioran”. In: Emil Cioran e a filosofia negativa: homenagem ao centenário de nascimento. Org. Deyve Redyson. Porto Alegre: Sulina, 2011, pp. 17-43.





quinta-feira, 21 de março de 2019

A crítica hegeliana

Para a aula da próxima quarta-feira dia 27/10 sobre a crítica hegeliana à ironia romântica, nos reportaremos aos seguintes textos:

ARANTES, P. E. Ressentimento da Dialética, São Paulo: Paz e Terra, 1996.
Capítulo: "Origens do Espírito de Contradição Organizado", pp. 213-241.
.
HEGEL, G. W. F. Cursos de Estética. São Paulo: Edusp, 2001.
Volume I, pp. 81-85 (capítulo sobre a "Ironia")

HEGEL, G. Fenomenologia do espírito. 5.ed. Petrópolis: Vozes, 2008. 
Seção chamada "A cultura e o seu reino da efetividade" (parágrafos 488-526: comentário do "Sobrinho de Rameau" de Diderot)

SAFATLE. V. Cinismo e falência da crítica. São Paulo: Boitempo, 2008.
Capítulo 1: "Dialética, ironia, cinismo", pp. 37-65.


domingo, 17 de março de 2019

A ironia romântica

Para a aula desta quarta-feira dia 20/03, sobre "a ironia romântica", utilizarei as seguintes referências:

ARANTES, P. E. Ressentimento da Dialética, São Paulo: Paz e Terra, 1996.
KIERKEGAARD, S. A. O conceito de ironia constantemente referido a Sócrates. Petrópolis, RJ: Vozes, 1991.
RORTY, R. Contingência, ironia e solidariedade. São Paulo: Martins, 2007.
SAFRANSKI, R. Romantismo: uma questão alemã. São Paulo: Estação Liberdade, 2010.
SCHLEGEL, F. O dialeto dos fragmentos. São Paulo: Iluminuras, 1997.
SUZUKI, M. O gênio romântico. São Paulo: Iluminuras, 1998.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

O cinismo antigo

Para a aula do dia 20/02 sobre o cinismo antigo, utilizarei a obra de Luis E. Navia, Diógenes, o cínico (São Paulo: Odysseus, 2008), especialmente o primeiro capítulo chamado "Retrato Biográfico" e o quarto intitulado "A filosofia do Cinismo". O livro de Navia reproduz o capítulo VI do livro Vida e doutrina dos filósofos ilustres de Diógenes Laércio, que contém a maior parte do anedotário clássico sobre a vida de Diógenes de Sinope. 
Utilizarei ainda uma coletânea de estudos sobre o cinismo cuja referência completa é:
BRANHAM, B. e GOULET-CAZÉ, M. O. Os cínicos: o movimento cínico na Antiguidade e o seu legado. São Paulo: Loyola, 2007.

Vale a pena consultar o texto e o material disponíveis em:

A CORAGEM DA VERDADE: A relevância da arte-de-viver de Diógenes, o “Cão”, segundo Michel Foucault, Emil Cioran e Luis Navia


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

O "cão celestial"



Tópicos Avançados de Filosofia Contemporânea


Tópicos Avançados de Filosofia Contemporânea
A disciplina tem por objetivo promover o aprofundamento dos alunos no estudo de questões relevantes da filosofia contemporânea através da eleição de temas e problemas mais específicos, tais como: o ressurgimento da dialética na modernidade e seus desdobramentos nos séculos XIX e XX, a problemática do niilismo, a fundamentação filosófica, as grandes correntes da filosofia contemporânea, fenomenologia, hermenêutica, teoria crítica, pós-estruturalismo, filosofia analítica, pragmatismo, estética e racionalidade filosófica, o fim da filosofia como tema da filosofia, linguagem, o fim da arte, razão e história, a crise da ciência no século XX, as relações entre ciências humanas e filosofia etc.

Proposta
A proposta do curso é uma exploração da temática “Verdade e cinismo”. Tem como intenção uma contribuição para a reflexão sobre a “crise da verdade” (entendida vagamente como “pós-verdade”) e algumas propostas filosóficas para lidar com o problema da verdade enquanto “sinceridade”, propostas recorrentes no pensamento contemporâneo desde o século dezenove. Para isso, analisaremos diferentes formas de discurso análogas ao cinismo, como a ironia e o chiste, assim como o niilismo entendido como dissolução do fundamento seguro do discurso verdadeiro.
Autores tão diferentes como os românticos alemães (os irmãos Schlegel e Novalis, entre outros), Kierkegaard e Nietzsche, no século dezenove, e no século vinte, Foucault, Cioran e Sloterdijk, tematizaram, cada um à sua maneira, a questão da crise do discurso filosófico e exploraram a temática do cinismo, analisando outras formas de discurso como a ironia e o chiste. Alguns como forma de superação do niilismo, outros como aprofundamento do mesmo (o abandono do discurso sobre a verdade e a falência da crítica filosófica).
Tentaremos explorar a temática do cinismo analisando em que medida ele pode ser considerado um processo de autocrítica da razão, isto é, uma razão que se volta contra si mesma. Ao ironizar todas as condutas, o cínico declara a ausência de qualquer verdade absoluta e dissolve todas as determinações. Ocorre, porém, que tal estratégia tem sido deslocada da esfera filosófica para a esfera pública, o que tem resultado numa ironização da verdade para fins ideológicos (como falso discurso). Tal situação tem colocado em xeque a capacidade da crítica como superação da falsa aparência.

Programa
  1. 13/02 – Apresentação do curso:
  2. 20/02 – O cinismo antigo
  3. 27/02 – As lições de Foucault
  4. 13/03 – Cinismo e ironia na modernidade: o sobrinho de Rameau
  5. 20/03 – A ironia romântica
  6. 27/03 – A crítica hegeliana
  7. 03/04 – Cinismo e niilismo (Nietzsche e Cioran)
  8. 10/04 – A ironia em Kierkegaard
  9. 17/04 – Cinismos em Sloterdijk
  10. 24/04 – Cinismo e Crítica da Ideologia
  11. 08/05 – Verdade e pós-verdade

Bibliografia básica

DIDEROT, D., “O sobrinho de Rameau”. In: Textos escolhidos. São Paulo, Abril Cultural, 1979. Col. Os pensadores. 
FOUCAULT, M. A coragem da verdade. São Paulo: Wmf Martins Fontes, 2011.
KIERKEGAARD, S. A. O conceito de ironia constantemente referido a Sócrates. Petrópolis, RJ: Vozes, 1991.
NAVIA, L. E. Diógenes, o cínico. São Paulo: Odysseus Editora, 2009.
SAFATLE. V. Cinismo e falência da crítica. São Paulo: Boitempo, 2008.
SLOTERDIJK, P. Crítica da Razão Cínica. São Paulo: Estação Liberdade, 2012
ZIZEK, S. “Como Marx inventou o sintoma?”. In: ZIZEK, S (Org). Um mapa da ideologia. Rio de Janeiro: Contraponto, 1999.

Bibliografia complementar

ARANTES, P. E. Ressentimento da Dialética, São Paulo: Paz e Terra, 1996.
BRANHAM, B. e GOULET-CAZÉ, M. O. Os cínicos: o movimento cínico na Antiguidade e o seu legado. São Paulo: Loyola, 2007.
COMTE-SPONVILLE, André. Valor e Verdade: estudos cínicos. São Paulo: Martins Fontes, 2008.
CIORAN, Emil. Oeuvres. Paris, Gallimard, 1995.
DUNKER, C...[et all] Ética e pós-verdade. Porto Alegre: Dublinense, 2017.
EAGLETON, Terry. Ideologia. Uma Introdução. São Paulo: Unesp, Boitempo, 1997.
HEGEL, G. W. F. Cursos de Estética. São Paulo: Edusp, 2001.
KEYES, R. A era da pós-verdade. Desonestidade e enganação na vida contemporânea. Petrópolis: Vozes, 2018
RORTY, R. Contingência, ironia e solidariedade. São Paulo: Martins, 2007.
SCHLEGEL, F. O dialeto dos fragmentos. São Paulo: Iluminuras, 1997.
SUZUKI, M. O gênio romântico. São Paulo: Iluminuras, 1998.
TORRES F., R. R. Ensaios de Filosofia Ilustrada, São Paulo: Iluminuras, 2004.
VATTIMO, Gianni. O fim da modernidade: Niilismo e hermenêutica na cultura pós-moderna. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
VOLPI, F. O Niilismo. São Paulo: Edições Loyola, 1999.